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Notas

Aula 04


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Introdução

O que dizer? Como falar? Para quem comunicar? Por onde comunicar? Por quanto tempo se relacionar? Estas e outras questões são (ou ao menos deveriam ser) corriqueiras para um profissional que trabalha com comunicação. A comunicação está presente em todos os minutos de nossas vidas. Embora tenhamos contato com ela desde bebês, quando trata-se de elaborar uma comunicação empresarial, podemos encontrar algumas dificuldades. E é buscando sanar essas dificuldades que vamos discutir sobre plano de comunicação integrada de marketing.

Ao final desta aula, você será capaz de:

  • traçar um plano de comunicação integrada de marketing;
  • distinguir caminhos diferentes para definir um plano de comunicação integrada de marketing;
  • identificar os critérios que classificam uma comunicação como integrada.

Comunicação Integrada de Marketing

Já conseguimos desbravar até o momento as principais ferramentas do mix de comunicação. Com elas poderemos dar a tônica da campanha que desejamos colocar em prática. Mas, além de conhecer as formas de se comunicar e suas características, precisamos saber como articulá-las simultaneamente, como provocar um efeito sinérgico com o uso de múltiplas plataformas, como otimizar os investimentos com a integração entre os meios. Por isso, a comunicação integrada de marketing (CIM) é importante.

Uma ação de promoção de vendas pode ser otimizada quando combinada com uma propaganda, ou a propaganda pode estimular apelos de vendas mais incisivos. Ainda, o posicionamento adotado por uma marca pode ser reforçado em uma propaganda, em ações de endomarketing e outras frentes. Podemos perceber que a conectividade entre o mix de comunicação promove benefícios que as frentes isoladas não conseguem abraçar sozinhas.

Como definição de Comunicação Integrada de Marketing vamos utilizar os embasamentos de Kotler e Keller (2012, p. 532), que afirmam que a CIM “é capaz de produzir uma mensagem mais coerente e contribuir para o desenvolvimento de brand equity e a geração de um impacto mais expressivo nas vendas”.

Atenção

“O brand equity é o valor agregado atribuído a bens de serviços. Esse valor pode se refletir de modo como os consumidores pensam, sentem e agem em relação à marca, bem como nos preços, na participação de mercado e na lucratividade gerada pela marca”.

Fonte: Kotler e Keller (2012, p. 260).

Para elaborar um plano de comunicação integrada de marketing, precisamos compreender todo o processo de comunicação, considerando a perspectiva da CIM. Para entendê-lo, lembramos que o processo básico de comunicação é composto pelo emissor, pelo meio/mensagem e pelo receptor. Entre estas etapas temos, respectivamente, o processo de codificação e decodificação. Após receber a mensagem, o receptor pode gerar um feedback, ou resposta, para o emissor. Este é o modelo básico do processo de comunicação.

Vamos pensar, então, neste escopo aplicado para a Comunicação Integrada de Marketing. Para isso, vejamos a Figura 1.

Figura 1 - Representação do Processo de Comunicação sob a perspectiva da CIM
Fonte: Ogden e Crescitelli (2007, p. 19).

Podemos notar que o processo de comunicação sob a ótica da CIM mantém os três elementos básicos (emissor, mensagem e receptor). Em uma CIM o emissor é o departamento de marketing, é quem determina o que será comunicado, ou seja, o emissor é a empresa subsidiada pelo plano de marketing.

A codificação da mensagem vai acontecer de acordo com algumas variáveis. Qual é o conteúdo? Vamos comunicar para massa ou de forma segmentada? Qual mix comunicacional vamos utilizar? Ao pensar nestes pontos estamos codificando a mensagem, estamos elaborando-a de modo a ser condizente com as variáveis do cenário real da empresa.

Neste sentido, na ponta direita temos o Receptor, representado pelo público-alvo, que pode ser o público interno, intermediário, o consumidor ou a comunidade. Este público será responsável pela decodificação da mensagem.

Na base da Figura 1 notamos a Resposta, que é o retorno do receptor para o emissor, e os ruídos, que são tudo que comprometem pelo bom entendimento da mensagem.

Todos estes personagens do processo comunicação da CIM são influenciados e estão dentro de um Macroambiente, como pode ser observado no topo da Figura 1. O macroambiente, neste contexto, refere-se às variáveis ambientais tecnológicas, econômicas, socioculturais, político-legais, demográficas e naturais.

Figura 2 - Comunicação
Fonte: 123render/ 123RF.

E neste momento, talvez surja a pergunta: ok, entendi o processo de comunicação para a CIM, mas como saber se um plano comunicacional está realmente integrado?

Para responder a esta pergunta, na sequência serão expostos alguns critérios que colaboram para identificar a integração de um plano comunicacional. Estes critérios são contemplados por Kotler e Keller (2012).

Uma comunicação eficiente deve apresentar boa Cobertura, o que significa que precisamos atingir boa parte do público pretendido. Afinal, se não impactarmos o público desejado, não conseguiremos resultados. Por isso, a escolha do mix de comunicação deve ser precedida de algumas reflexões: este meio vai realmente atingir o público? Se a resposta for duvidosa então é preciso amadurecer um pouco mais sobre o meio elencado.

O critério da Contribuição diz respeito ao poder de resposta de cada ferramenta de comunicação. Ou seja: o quanto um canal de comunicação contribui para o resultado desejado? Um exemplo, uma pizzaria deseja aumentar as vendas no restaurante, mas sua fachada contém dizeres gigantescos com o telefone para disk entrega. Neste caso, este meio não contribui para conduzir os clientes a consumirem no local, indo na direção oposta do objetivo comunicacional.

O próximo item a ser levado em conta é o Compartilhamento, que é a capacidade de uma mesma mensagem ser reverberada em diferentes meios, ou seja, “até que ponto as informações transmitidas por diferentes opções de comunicação compartilham o mesmo significado” (KOTLER; KELLER, 2012, p. 533). Se o grau de compartilhamento for baixo, então as pessoas terão dificuldade para fixar uma mensagem, de lembrar da marca. A comunicação integrada deve facilitar a fixação de uma mensagem justamente por entregá-la de diferentes formas. Se uma das formas de entrega comprometer o entendimento, então não deve ser utilizada.

A Complementaridade é quando uma mídia estimula ou complementa outra mídia utilizada. Por exemplo, uma propaganda conta uma pequena história sem mostrar seu final, ao invés disso convida o receptor a acessar o site da marca para ver o desfecho. Ou seja, o site complementa a propaganda. Este tipo de ação é interessante porque prolongamos o contato com o consumidor justamente por intensificar a continuidade através da complementaridade. Porém, é difícil fazer as pessoas migrarem de mídia. Por isso, neste caso, o estímulo deve ser bastante convidativo e atrativo para o público. A complementaridade é muito utilizada com mídias sociais, promoções, engajamentos com a marca e afins.

Figura 3 - Mix de comunicação
Fonte: Neyro2008 / 123RF.

Na sequência nos deparamos com a Versatilidade, que é a capacidade de uma comunicação ser versátil o suficiente para atingir uma pessoa que está vendo esta campanha pela primeira vez como uma pessoa que já foi impactada mais de 10 vezes. A versatilidade é a capacidade de uma ferramenta comunicacional promover bons resultados com um público virgem à mensagem e um público já com a mensagem decodificada.

E, fechando a lista de critérios para uma boa comunicação integrada, nós temos os Custos, que é quanto cada comunicação, cada canal vai custar. De nada adianta um plano apresentar todos os critérios anteriores mas estar completamente fora do orçamento da empresa. Aqui pondera-se a relação custo-benefício para definir-se o que será colocado em prática e o que não será utilizado.

Atenção

É preciso considerar todos estes critérios. Se for dado atenção apenas para alguns, os demais comprometerão a integração ou viabilidade de suas ações. Por isso, não perca a visão holística da comunicação integrada de marketing e, ao mesmo tempo, compreenda as peculiaridades de suas partes.

Plano de Comunicação Integrada de Marketing

Se a comunicação integrada de marketing contempla vários meios de comunicação, o plano de CIM nada mais é do que todos estes planos mais pontuais juntos. Claro que eles não devem ser pensados de forma isolada, mas sim integrada, sempre em mente como um meio reforça o outro, como a mensagem pode ser estimulada com a ajuda de outro impacto.

Pensando em um escopo resumido para nos orientarmos na elaborar um plano de comunicação integrada de marketing, podemos navegar com algumas dicas de Ogden e Crescitelle (2007), conforme comentado na sequência.

  • Mensuráveis e qualificáveis: ao se definir o objetivo de um plano de Comunicação Integrada de Marketing é necessário que seja escrito de tal forma que possa ser medido, pois só assim ao final da ação saberemos se ele foi atingido ou não. Por isso, o objetivo deve ser elaborado de modo que permita sua contagem, sua mensuração, sua avaliação objetiva ao final.
  • Objetivos realistas: não se pode estipular uma meta inatingível. Logo, o objetivo de um plano de CIM deve contemplar o cenário que a empresa está inserida e ser condizente com a realidade. Vale lembrar que a comunicação não vende e, então, não se pode ter um objetivo de aumento nas vendas em um plano de comunicação. A comunicação, como o nome diz, comunica.
  • Público-alvo: sabemos da importância do público e obviamente devemos conhecê-lo para estipular seus objetivos. Mais que isso, é importante que o público esteja especificado. Não há planejamento de CIM sem definição de público-alvo.
  • Cronograma: deve-se estabelecer prazos que organizarão o desenrolar das ações. Não apenas prazos para veiculações, mas tudo que contempla uma comunicação integrada. Desenvolvimento de artes, aprovação da diretoria, liberação de orçamento, tempo de produção, tempo de pós-produção, período de veiculação e assim por diante. O cronograma ajuda a todos da equipe estarem em sintonia e com os mesmos focos.

Outro ponto que deve ser levado em consideração é o valor que será investido. Há várias formas de se estipular um orçamento, e as veremos na sequência.

Figura 4 - É hora de orçar
Fonte: Andriy Popov / 123RF.

Orçamento de um Plano de CIM

Uma das formas de se definir o orçamento de um plano de comunicação de marketing é por meio do método de porcentagem de vendas, que é quando o valor investido corresponde a um percentual do faturamento no período anterior. Neste caso, orçamentos conservadores giram em torno de 3% do faturamento. Acima de 5% são empresas que desejam maiores impactos comunicacionais. Contudo, se a comunicação for de algum lançamento, algo novo, então deve-se investir mais, em torno de 10% ou 15%. Vale destacar que estes valores são meras referências, não sendo regras de mercado.

Ainda, ao invés de calcular o investimento comunicacional pelo faturamento das vendas, é possível pensá-lo pelo lucro, que é o método da porcentagem do lucro. O raciocínio é o mesmo, mas o valor-base, neste caso, é o lucro da empresa, e não suas vendas.

Também encontramos o método do objetivo e da tarefa, que é quando a verba definida considera os resultados esperados com o plano comunicacional como base. Neste caso, a verba alocada fica mais pertinente com a realidade do projeto, contudo, pode deixar um pouco de lado a essência institucional da comunicação.

Outra forma de estipular um orçamento é pelo método da paridade competitiva, o famoso “siga o líder”, que é quando o orçamento midiático é equiparado às práticas dos concorrentes. O lado positivo é que você estará nivelado de acordo com seu segmento. O lado negativo é que sua realidade não é a mesma realidade do concorrente, e você pode, no final das contas, estar investindo a mais ou a menos do necessário.

Continuando, é possível pensar estrategicamente no orçamento pelo método de máximo possível, que é uma forma de usar verbas não utilizadas em outros planejamentos para alocá-las na comunicação.

E, finalizando, temos também o método do balanço, que é uma prática comum tanto por iniciantes como por experientes. Neste caso, é feita uma estimativa de quanto será preciso para determinado plano de comunicação e, assim, define-se o valor.

Temos formas orçamentárias bastantes múltiplas. Desde métodos mais subjetivos e sem muito embasamento de estudo até métodos bastante técnicos e objetivos, com números que podem ter a precisão em centavos.

Atenção

Investir em comunicação é investir em posicionamento. Por isso, pergunte-se: quanto vale a imagem da sua empresa?

Os Pilares da Comunicação Integrada de Marketing

Outra forma de assimilarmos melhor a aplicação e planejamento de uma comunicação integrada de marketing é observá-la em 3 pontos principais, sendo eles: tema central, formas de comunicação e públicos-alvo (OGDEN; CRESCITELLE, 2007).

Figura 5 - Pilares da Comunicação Integrada de Marketing
Fonte: Elaborada pelo autor.

O Tema Central é o que possibilita diferentes formas de se praticar a comunicação. Retomando o Processo de Comunicação, o tema central faz parte da codificação da mensagem, ou seja, definição de qual tema será utilizado para dar toda a tônica comunicacional para a campanha. A partir do tema desdobra-se todas as comunicações, garantindo que elas tenham a mesma identidade e DNA.

Dando continuidade à leitura da Figura 5, o segundo pilar são as Formas de Comunicação, que é a maneira como o tema central será comunicado, a forma como ele será transmitido. Como estamos falando de Comunicação Integrada, é preciso termos ao menos duas formas de comunicação. A integração só acontece quando temos frentes diferentes comunicando uma mensagem.

E o terceiro pilar é o tão comentado e destacado Público-Alvo. Podemos notar que a preocupação com o público é recorrente em qualquer plano de marketing. Não seria diferente em um plano de comunicação integrada de marketing. Pensar no público não implica apenas definir o consumidor, mas também inserir em seu planejamento todos os públicos que seu plano terá contato e contemplar todos os públicos que colaboram para o crescimento da marca, tais como os intermediários, o público interno, a comunidade e assim por diante.

Atenção

Você pensa nestes fatores quando se comunica com seu público?

Outra Perspectiva Sobre um Plano de Comunicação Integrada de Marketing

A literatura na área do marketing nos promove diversos prismas para entendermos todas as possibilidades da área. Neste momento contemplamos o plano de comunicação integrada de marketing sob outra abordagem.

Atenção

Vale destacar que não há uma abordagem certa ou uma errada. Você pode colocar em prática a que atender melhor às suas necessidades e também da sua empresa.

A autora Cláudia Pereira (2017) sugere o desenvolvimento de um plano comunicacional seguindo 4 passos básicos, que seriam como cinco pilares. Estes passos estão nomeados e comentados na sequência.

  1. Cronograma: é um mapa do planejamento, o desenho do que será feito e quando será feito. Além de dar a dimensão do todo, permite monitoramento ao longo do desenvolvimento do plano.
  2. Avaliação e Controle: a avaliação deve ser permanente. Se não se avalia, não há melhoras. Consequentemente, se há avaliação, há a possibilidade de controlar o desenvolvimento das ações e, se necessário, incidir com alterações durante o percurso.
  3. Indicadores de Desempenho na Comunicação: os indicadores, como o nome sugere, indicarão o desempenho do que está sendo medido. Logo, é preciso saber o que medir, saber qual indicador é chave (KPIs) para a campanha e com quais indicadores será possível determinar se a ação foi um sucesso ou não.
  4. Métricas de Mídia: nesta etapa o foco é direcionado aos impactos de cada mídia, de cada ferramenta do mix de comunicação. Mídias eletrônicas são facilmente rastreáveis, ao passo que mídias OOH (Out Of Home, como outdoor, banners, painéis, cartazes em pontos de ônibus etc.) são mais difíceis de mensurar com precisão.

Atenção

Para a elaboração de um cronograma, Pereira (2017) sugere seguir algumas fases de elaboração. Na sequência temos as principais delas:

  1. Listar atividades.
  2. Estimar duração das atividades.
  3. Definir calendário para os recursos.
  4. Definir data inicial do projeto.
  5. Identificar e analisar o caminho crítico.
  6. Iniciar o monitoramento e controle do projeto.

Fonte: Adaptado de Wacha e Silva (apud PEREIRA, 2017, p. 170).

QUESTÃO OBJETIVA

O departamento de marketing de uma empresa perguntou para a agência que a atende como estava o desenvolvimento da campanha publicitária. A agência respondeu que eles estavam finalizando a definição do Tema Central e que o apresentariam para a empresa aprovar.

Ou seja, a agência de publicidade ainda está:

pesquisando o público-alvo da empresa.

Como a agência está definindo o Tema Central significa que já estabeleceram público, visto que o Tema Central é escolhido apenas depois do conhecimento do público da empresa para que a mensagem possa ser direcionada da maneira correta.

escolhendo as ferramentas que serão utilizadas para transmitir uma mensagem, estão escolhendo o mix de comunicação.

O Mix de Comunicação é pensado somente depois da definição do Tema. Como a agência ainda está escolhendo o tema, então não chegou à etapa de definição do mix de comunicação.

preparando o emissor do processo de comunicação.

O emissor é a própria empresa, ou seja, não há uma preparação do emissor, tornando esta alternativa incorreta.

promovendo a interação entre diferentes canais de comunicação.

Como o mix de comunicação é escolhido somente depois da definição do tema, as interações entre os diferentes canais de comunicação só poderão ser articuladas, consequentemente, depois desta etapa. Como a agência ainda está definindo o Tema Central, então não chegou a este passo por enquanto.

definindo a forma como será praticada a comunicação, como será a tônica da campanha.

O Tema Central é o que possibilita diferentes formas de se praticar a comunicação. Retomando o Processo de Comunicação, o tema central faz parte da codificação da mensagem, ou seja, definição de qual tema será utilizado para dar toda a tônica comunicacional para a campanha. A partir do tema desdobra-se todas as comunicações, garantindo que elas tenham a mesma identidade e DNA.

QUESTÃO OBJETIVA

Quando uma empresa decide definir o orçamento para um plano comunicacional utilizando o método da paridade competitiva, significa que ela definirá a verba a ser investida de acordo com:

o montante que os concorrentes investem em comunicação.

O método da paridade competitiva: o famoso “siga o líder”, que é quando o orçamento midiático é equiparado às práticas dos concorrentes. O lado positivo é que você estará nivelado de acordo com seu segmento. O lado negativo é que sua realidade não é a mesma realidade do concorrente e você pode, no final das contas, estar investindo a mais ou a menos do necessário.

um percentual sobre o faturamento.

O método do percentual sobre o faturamento calcula uma porcentagem de vendas, que é quando o valor investido corresponde a um percentual do faturamento no período anterior.

um percentual sobre os lucros.

O método do percentual sobre os lucros leva em conta um orçamento de acordo com os lucros da empresa, diferentemente da paridade competitiva, que considera o que os concorrentes estão investindo.

uma estimativa de quanto será necessário para as ações desejadas.

O método que considera uma estimativa do quanto será necessário é chamado de método do balanço, e não de paridade competitiva.

a quantia que sobrar de investimentos de outros planos da empresa.

O método que viabiliza verbas não utilizadas em outros orçamentos (a quantia que sobrar de investimentos de outros planos da empresa) é chamado de método de máximo possível, e não de paridade competitiva.

Fechamento

“A comunicação é 50% do que você fala e 50% do que o outro entende”. Você já deve ter escutado algo parecido. Contudo, quando lidamos com comunicação de uma empresa é preciso ter cuidados redobrados para que o processo de entendimento da mensagem (decodificação) seja o mais claro possível. A isso se deve a importância de estudar comunicação integrada de marketing.

Agora você já sabe como planejar uma CIM de modo a impactar o público certo, no lugar certo, do jeito certo, no momento certo.

Nesta aula, você teve a oportunidade de:

  • conhecer os critérios para uma comunicação integrada de marketing;
  • ter contato com diferentes formas de vislumbrar um plano de comunicação integrada de marketing;
  • elencar os principais passos em um planejamento de comunicação integrada.

Vídeo

Para complementar o seu aprendizado, assista o vídeo a seguir:

Aula Concluída!

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